Programação Festival ECDE 18/04

- Das Bandas de Lá é formado pela cantora e compositora curitibana Karla Izidro e a multi instrumentista prudentina Bia Cervellini.

Artistas com uma trajetória abrangente dentro de outras linguagens, casadas na vida e na música, atualmente vivem em Portugal.

Somos de lá e estamos cá, ou estamos lá e somos de cá?

Por meio da música nós viajamos pelas Bandas de Lá e de cá. Por aqui terá um pouco das culturas dos povos, um pouco da nossa cultura, um pouco do que gostamos e conhecemos.

Conta um pouco do que fomos, do que somos e do que ainda seremos.


- Arc Hunter:


- Punhal: A Punhal nasceu com o intuito de se opor contra o neofascismo e o capitalismo neoliberal que têm transformado as relações humanas em sociedades de consumo a partir do medo e da depressão. Foi por conta da insatisfação com tal sistema que quatro caras da Zona Norte do Rio de Janeiro se juntaram, em 2018, para fazer um som rápido, agressivo, e sobretudo político, para livrar seus corações e cérebros do peso do existir.

O projeto começou do zero. Mas, desde seu primeiro ensaio, no fim de 2018, a banda já compôs mais de 20 músicas, tendo lançado um EP, dois singles e um lyric vídeo, além de movimentar seu canal no YouTube com vídeos semanais. Seu álbum de estreia está em processo de finalização e será lançado em 2021.

A Punhal tem como missão trazer uma mensagem de protesto contra o sistema capitalista, prezando por ideais comunitários. Convidamos todos e todas para se juntarem na luta por um mundo mais justo, livre e igualitário. Nossa ideia é ser mais que música punk, é ser ação antifascista!


- Bia Alcure: Artista Feminista Anti-fascista. O mercado musical reflete a sociedade machista, elitista, racista, homofóbica e patriarcal em que vivemos. Por isso eu faz músicas que valorizem o contrário disso. Começou a criar minhas músicas aos 15 anos de idade. Primeiro como uma espécie de terapia. Depois por diversão. E por fim, com a finalidade de tocar a alma das pessoa e destruir o patriarcado, claro, já que o patriarcado não tem alma. Somente em 2018, aos 39 anos, conseguiu gravar em estúdio e fazer seu primeiro videoclipe. Tem 4 singles e 3 Eps nos apps de música. Seus próximos projetos incluem os Eps: Funk da fêmea feliz (de funk feminista), Free your soul (EDM sobre espiritualidade), Desapega (sobre relacionamentos complicados ou casuais, com estilos musicais brasileiros dançantes) e Menina, Diga aí (com MPBs fofuxas). Seu trabalho mais recente é o videoclipe de reggae, “A wounded soul”, filmado no Hawaii. Passeia por diversos estilos: do rock ao arrocha. E ainda faz outras misturas, como na música “Para de drama”, uma crítica social, que mistura arrocha com ska.


- Samba Plus Size: O Samba Plus Size; é um projeto de reflexão, denúncia e combate aos males causados pela Gordofobia e pela Pressão Estética; e que tem como ferramenta de expressão e comunicação artística o samba autoral.

O objetivo deste projeto é o de promover conscientização sobre o tema; e estimular projetos para políticas públicas, pois a Gordofobia leva os gordos ao suicídio  (principalmente as mulheres gordas).

Através de experiências e relatos de superação de Flávia Pires (idealizadora do projeto e mulher gorda), o Samba Plus Size leva a bandeira do Samba como elo social, junto aos sambistas e compositores Toinho Melodia e Caio Prado.


- Rafalana: Residentes em Salvador/BA, O duo feito pela compositora / vídeo-maker / engenheira de som e pianista Lana Scott e o cantor e compositor Rafa Moura nasce como Ralafana. Apesar do trabalho solo de cada um ter sua estrada, o duo nasce em 2020. A aproximação dos dois durante a pandemia criou a possibilidade dessa nova faceta artística. Este é o primeiro festival que o duo tem a oportunidade de participar e irão apresentar três composições. Os temas musicais são tão variados quanto seus gostos. As muitas influências de funk, soul reggae, eletrônico, samba e jazz podem aparecer.


- Douglas Rezende: músico, Professor de História e Historiador. Pesquisador de músicas engajadas na História da América Latina e das raízes do Blues. Suas composições, arranjos e versões trazem este universo da música engajada e de profundo sentido de expressão social, com uma sonoridade variada a partir da Guitarra Blues, violão MPB, violão 12 cordas e guitar box.


- Livia Milena e Márcio Valverde: cantora e compositora com dois álbuns lançados, disponíveis nas plataformas digitais, Olhos de Pagu (2012), onde canta o universo feminino pela perspectiva de compositores baianos da cena contemporânea e Valsas Morenas (2019), que celebra os 25 anos de parceria do compositor Márcio Valverde com o poeta Nélio Rosa. Lívia acaba de lançar o single Oxe, me deixe! – um grito feminista pela igualdade de direitos e pelo fim da violência contra a mulher e primeira gravação cuja letra também é assinada pela baiana de Santo Amaro da Purificação.

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